quarta-feira, 10 de março de 2010

Lutando contra as trevas...



“Atraímos sobre nós sofrimentos desnecessários quando exageramos a extensão da nossa dor”.isso foi ela que disse.....

Lutando contra as trevas" é um livro sobre religião e espiritualidade, e sobre a americana Helen Keller. Não é apenas a fascinante história desta mulher, mas também uma reflexão sobre a busca de uma vida edificante, apesar da presença de grandes limitações físicas.
Ela foi uma mulher cega que teve grandes realizações por causa da sua profunda espiritualidade. O livro é uma espécie de "autobiografia espiritual".


"Nunca se deve consentir em rastejar quando se sente um impulso para voar."

"Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão àqueles que vêem: usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos. Ouça a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos. Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tacto. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos. Usem ao máximo todos os sentidos; gozem de todas as facetas do prazer e da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contacto fornecidos pela natureza. Mas, de todos os sentidos, estou certa de que a visão deve ser o mais delicioso."

"Apesar de o mundo estar cheio de sofrimento, ele também está cheio de superação. Meu otimismo, por isso, não repousa sobre a ausência do mal, mas na grata crença da preponderância do bem e no esforço contínuo de cooperação com o bem, para que ele prevaleça."

Após a leitura desse livro, foi preciso ler mais sobre a autora e sua vida. Helen Keller (1880-1968) foi cega, surda e muda durante toda sua vida. Aprendeu a ler aos 10 anos de idade.

Sempre chamava a atenção para a falta de apreciação e valorização dos próprios sentidos pelas pessoas ditas normais, algo que normalmente não se percebe quando se tem.

Foi educadora, escritora e advogada de cegos porque tinha grande poder de realização. Percorreu vários países promovendo campanhas para melhorar a situação dos deficientes visuais e auditivos.
Superou todos os obstáculos que lhe foram impostos...

Psiu* estou lendo esse livro.... muito bom baixei pela net..e estou adorando!

3 comentários:

Tati Rodrigues disse...

Boa leitura guria... é ótimo quando temos encontros assim, com coisas tão simples, mas que fazem diferença em nossos dias e nos ajudam a ter outros olhares não é?

depois me conta como foi a experiencia...

bjs guria. cuide-se

Daniel Savio disse...

Interessante, mas não interessante alguém ficar triste (um sutil toque de mastodonte que te quero feliz =P)

Fique com Deus, menina Senhorita Elis.
Um abraço.

Alex Rolim disse...

De repente, a cobra percebe que não precisa ficar se arrastando. Conhece aquela que vive no alto, no meio das árvores? Tem também uma outra que nada rápido e com presteza, mesmo sem ter pernas e braços. Reclamamos tanto de uma dor, que nenhum problema é maior do que o nosso, mas o que faríamos sem a luz do dia? O que faríamos sem o som de folhas se tocando? A gente só enxerga a vida depois que não sabemos mais pra onde ir.