quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Espero-te...




Ahh.. MUITO DO SE VIVER.... Ahhh.. muito que se pensar.....

O tempo passa, e os velhos erros persistem. Porque é tão difícil largar vícios, manias, coisas que sabemos que não nos fazem bem, mas continuamos fazendo-as como se fosse o melhor para nós. Mentiras, magoas, podíamos simplesmente jogar tudo isso fora e ficar com os sentimentos bons, de amor, paz e esperança.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Adoro-te


... Deixe Tua Saudade
Abraçar a Minha
Tua Boca Falar Para Minha
Poemas de Amor.
E Mesmo Que Faltem as
Palavras
Mesmo Que as Lágrimas
Nos Engasguem,
Deixe o Tempo da Distância
Fazer Justiça Em Nossa
Aproximação...
Foram Longos Dias,
Extensas Noites
Nós Separados Com a
Dor da Solidão.
Então
Agora Nessa Proximidade
Deixe Nossas Almas, Espíritos
e Carnes,
Saciarem Toda Vontade
a Necessidade
de Amor...

Psiu: Passando para agradecer o carinho que todos voces meus estimavés amigos blogueiros tem pelo meu blog.... e dizer aqueles que insistem em deixar comentarios nada elegantes aqui no meu blog que por favor não insista pois sou uma moça totalmente comprometida com o bom viver então "Sem Ninguém" se enforça no pé de melancia.... que tal....srsrs Só assim você não mais lerá meu blog... ....ok? Xerinhos a ti!

domingo, 1 de agosto de 2010

Então vem...


"Ninguém deve culpar-se pelo que sente, não somos responsáveis pelo que nosso corpo deseja, mas sim, pelo que fizemos com ele." ....


"Se me quiseres amar,
terá de ser agora: depois estarei cansada.....
Minha vida foi feita de parceria com a morte:
pertenço um pouco a cada uma,
pra mim sobrou quase nada.

Ponho a máscara do dia,
um rosto cômodo e simples,
e assim garanto a minha sobrevida....

Se me quiseres amar,
terá de ser hoje:
amanhã estarei mudada."

Psiu: Saudades de todos..

terça-feira, 27 de julho de 2010

APESAR-TE....



E fico aqui a imaginar-me tão distante de ti. a chorar a ausência de tua turbulenta presença. a ver tua felicidade passar e não encontrá-la em mim. a entorpecer-me com teu cheiro que persiste em não deixar-me. vejo-te cada vez mais fundo em minhas feridas. percebo-as sangrentas e ainda dolorosas em minh'alma. penso que esqueço-te fácil. até ouvir aquela doce canção. ela me faz lembrar você ou seria meu coração que só consegue te ver? talvez não saiba dizer. sei que anseio teu sorriso de novo ao meu se deliciar. sonho em teu colo repousar. sofro por ver-te não me amar. pediria aos céus para de novo me aproximar. nem que fosse para um último beijo. para o meu tormento se acalentar. e então eu estaria pronta. para de meu peito definitivamente lhe arrancar...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Assim eu calo-me






Existe de tudo em todos os extremos.... Há amores nascendo do aroma tímido das rosas e há descrença nutrindo-se do desabrochar pálido de algumas flores apodrecidas.
E aqui, enquanto as considerações tiram uma pauasa a tarde, eu faço de conta. Tento maquiar as razões absurdas das coisas e saciar a loucura com algumas promessas invertidasde um faz de conta.
Sempre num mostrar de dentes programados desenham o sorriso ilusório de um dia inteiro. Misturo algumas tonalidades que facilitam a perfeição e, artificialmente, esquecem as linhas cansadas que traçam minha face.
Faço de conta que formalidades não me incomodam...... Faço de conta que noites mal dormidas não pesam sobre meu fardo. Faço de conta que a solidão não me aflige quando chego em casa e a encontro a esperar-me para uma boa noite.
Faço de conta ouvir vozes demais neste silêncio, abraços calorosos, sorrisos abafados e gargalhadas incontidas seguidas de alguns delirius de amor.
Acho que foi essa falta de pensar em ti que me fez agir assim.
Mas fica tudo em seu lugar no fim da noite, deixo de fazer de conta.
Corro para o espelho suspenso no armario velho e, pelas linhas do reflexo, vejo a exaustão afogada em lágrimas.
Embriagada de anceios e desejos, exausta de tudo calo-me em pensamentos em ti.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Talvez


Eu quero perder a capacidade de admirar as belezas do mundo...

Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada.....

segunda-feira, 28 de junho de 2010

E Mesmoa o meio da dor....




Outrora, os melhores pensavam pelos idiotas; hoje, os idiotas pensam pelos melhores. Criou-se uma situação realmente trágica: — ou o sujeito se submete ao idiota ou o idiota o extermina....

Eu denuncio. Denuncio nossa fraqueza, denuncio o horror alucinante de morrer - e respondo a toda essa infâmia com - exatamente isto que vai agora ficar escrito - e respondo a toda essa infâmia com a alegria. Puríssima e levíssima alegria. A minha única salvação é a alegria. Uma alegria atonal dentro do it essencial. Não faz sentido? Pois tem que fazer. Porque é cruel demais saber que a vida é única e que não temos como garantia senão a fé em trevas - porque é cruel demais, então respondo com a pureza de uma alegria indomável. Recuso-me a ficar triste. Sejamos alegres. Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade. Eu estou - apesar de tudo, oh, apesar de tudo -, estou sendo alegre neste instante - já que passa se eu não fixá-lo com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo.